Novo texto

 

No último número da Revista Virtual de Estudos da Linguagem – ReVEL   (setembro de 2018), que acaba de  sair, está meu texto, voltado para o professor do Ensino Fundamental, TECLADO OU CANETA NA ESCOLA BÁSICA? OU TECLADO E CANETA?, inicialmente publicado como preprint na ResearchGate. 

O índice do número, cujo tema é Biolinguística, vai a seguir.


Revista Virtual de Estudos da Linguagem – ReVEL 
Vol. 16 – número 31 – setembro de 2018 – ISSN 1678-8931
TEMA: Biolinguística

ARTIGOS
 :: Editorial ::, de Gabriel de Ávila Othero
 :: ReVEL na Escola: Teclado ou caneta na escola básica? Ou teclado e caneta? ::, de Maria Carlota Rosa
 :: Tradução: Sobre mentes e linguagem ::, de Noam Chomsky
 Dinâmicas de interação nature-nurture: do imprinting à reciclagem neuronal, de Isadora Rodrigues de Andrade, Aniela Improta França & Thiago Oliveira da Motta Sampaio
 O estatuto da Biolinguística: fundamentos teórico-ontológicos relevantes, de Yuri Fernando da Silva Penz & Ana Maria T. Ibaños
 O papel das interfaces no processamento inicial de estruturas recursivas, de Sabrina Anacleto Teixeira & Letícia Maria Sicuro Corrêa
 The acquisition of the indeterminate and passive se clitic in Brazilian Portuguese: outcomes of an acquisition through writing, de Lara Ribeiro da Silva

• RESENHA: Resenha de “O Desenrolar da Linguagem”, de Guy Deutscher, de Ednei de Souza Leal
• RESENHA: Resenha de “Por que apenas nós? Linguagem e evolução” , de Rafaela Rebello & Eduardo Correa Soares
• RESENHA: Resenha de “The Oxford Handbook of Reading”: um livro de cabeceira para estudiosos da leitura, de Aline E. Pereira & Rosângela Gabriel


Boa leitura.

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2 comentários sobre “Novo texto

  1. Prezada Carlota Li teu artigo com grande interesse. Para mim não há dúvida. Tudo que estimula o cerebro é benéfico. A escrita e o teclado estimulam partes diferentes do cérebro e possibilitam melhor desenvolvimento. Outro exemplo, ler em voz alta também estimula partes diferentes do que ler em silêncio. Portanto as evidências são claras que estimular de várias maneiras é sempre melhor. Até mudar rotinas é benéfico pois estimula novos neurônios. Acho que já poderias ser mais enfática em dizer que é melhor escrita + digitação e não cada uma isolada e mais, escrever e falar, digitar e falar e assim por diante. Um grande abraço Nelson

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    1. Comecei a prestar atenção à questão da escrita manuscrita desde a leitura do texto do Déjérine. Acho que aquele foi um dos textos que li que mais me impressionou. E que nos leva a um mar de perguntas. Deixei algumas nesse texto.

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